A doutrina da Trindade – As três Pessoas distintas – o Pai, Filho e o Espírito Santo – compartilham a natureza de Deus: Trindade

trindade460x351Sempre tenhais em mente que esta é a regra de fé que eu professo; por isto testemunho que o Pai, o Filho e o Espírito são inseparáveis um do outro, e assim sabereis em que sentido isto é dito. Agora, observeis: minha afirmação é que o Pai é um, o Filho um e o Espírito um, e que Eles são distintos de um ao outro”
(Tertuliano, Contra Praxéias)

Não é de se surpreender que virtualmente todas as seitas não-cristãs e todas as religiões de mundo rejeitam e negam a doutrina da Trindade. Isto é principalmente devido a uma incompreensão junto com uma invenção de enganos da própria doutrina. Conseqüentemente, as objeções afirmadas pelas Testemunhas de Jeová não são baseadas em sólidos pontos bíblicos mas em suas próprias criações teológicas – que Jesus não é Deus. Os cristãos acreditam que Jesus é completamente Deus e que Deus é Tri-pessoal, somente em base das Escrituras.

Quando conversamos sobre a Trindade com as Testemunha de Jeová, o problema principal que impede a maioria dos cristãos de discutir dentro da Bíblia é comumente conhecido como “barreira da linguagem”. Em outras palavras, certos termos cristãos usados pelos cristãos também são usados pelas Testemunhas de Jeová mas de uma forma completamente diferente.

Então, temos que definir primeiro os termos. Se os termos não forem colocados dentro de seu contexto, então haverá equívocos que impedirão uma apresentação do evangelho. Você estará falando as mesmas palavras mas aplicando significados diferentes.

Assim, quando conversar sobre a doutrina da Trindade, lembre-se: DEFINA PRIMEIRO OS TERMOS. Em outras palavras, antes de começar a usar passagens das Escrituras sua primeira pergunta para as Testemunha de Jeová deveria ser: “como você entende a doutrina da Trindade”? Então, dependendo em como eles respondem, comece a explicar biblicamente a definição correta.

A DOUTRINA DA TRINDADE EXPLICADA

São três as premissas que demonstram os dados bíblicos para a Trindade:

Premissa um:

há um Deus eterno

Premissa dois:

há três Pessoas que são DEUS

Premissa três:

há três Pessoas distintas uma das outra.

Conclusão:

As três Pessoas distintas – o Pai, Filho e o Espírito Santo – compartilham a natureza de Deus: Trindade.

As três Pessoas distintas são coiguais, coeternas e coexistentes.

PREMISSA UM:

Existe um Deus eterno (ontologicamente: i.e., em natureza. Cf. Gal. 4:8).

“Ouça, ó Israel! O SENHOR é nosso Deus, o SENHOR é um só” (Dt. 6:4)*

“Assim diz o SENHOR, Rei de Israel, seu Redentor, o SENHOR dos Exércitos: Eu sou o primeiro e eu sou o último, e além de mim não há Deus. Não vos assombreis, nem temais; acaso, desde aquele tempo não vo-lo fiz ouvir, não vo-lo anunciei? Vós sois as minhas testemunhas. Há outro Deus além de mim? Não, não há outra Rocha que eu conheça“.(Is. 44:6, 8; grifo nosso)

“Assim diz o SENHOR, que te redime, o mesmo que te formou desde o ventre materno: Eu sou o SENHOR, que faço todas as coisas, que sozinho estendi os céus e sozinho espraiei a terra” (Is. 44:24)

* Shema Yisraêl, Yehowah, Elohainoo, Yehowah aichod: “ouvi, Israel: Jeová, nosso Deus, é um Jeová”. Nesta passagem os judeus colocaram grande atenção e é uma das quatro passagens que eles escrevem em seus filactérios: sobre a palavra Elohim, Simeon Ben Joachi disse: “Venha e veja o mistério da palavra Elohim: há três graus e cada grau é por si mesmo único e mesmo assim são todos um, unidos em um e não divididos”.

PREMISSA DOIS:

As Escrituras apresentam três Pessoas DISTINTAS ou Egos (não “pessoas”

três Pessoas DISTINTAS ou Egos (não “pessoas”1), o Pai, o Filho e o Espírito Santo são Deus ontologicamente (por natureza) e são chamados de “Deus” ou Jeová.

O PAI É DEUS

Veja as saudações nas epístolas paulinas: “graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo” (Rm.1:7; Gl. 1:11). As TJ não irão contra este versículo, embora elas digam que Deus o Pai é o “Todo-poderoso” e Jesus é só “poderoso” ou “um deus”. Porém, ao dizer que Jesus é só “um deus” ou “poderoso” mas não “Todo-poderoso”, elas ignoram o fato que os judeus eram monoteístas: tinham a crença num verdadeiro Deus. Eles não aceitaram a idéia de dois deuses verdadeiros: um grande Todo-poderoso e um outro “deus”. Este era um conceito pagão, não cristão 2.

Que o termo “Deus poderoso” (Hb. El gibbor) como em Is. 9:6, era um título recorrente para Jeová no Velho Testamento não é considerado pelas Testemunha de Jeová (por exemplo, Dt. 10:17; Sl. 24:8; Jr. 32:18; cf. o texto hebraico). De fato, até mesmo sua própria Bíblia (i.e., a Tradução do Novo Mundo) chama Jeová de “Deus poderoso” (Is.. 10:21; Jr. 32:18).

Quando citam Is. 9:6: “seu [Messias] será chamado Deus poderoso…” as TJ dizem: “Jesus é poderoso mas não o Todo-poderoso”. Só que elas se esquecem totalmente que o termo “poderoso” (como em Deus poderoso) é um adjetivo, como com El “shaddai”, que só pode se referir ao verdadeiro “Deus” (El). Conseqüentemente, o termo hebraico El (em contraste com Elohim, no plural) era um termo reservado SÓ para Jeová. Nenhum homem poderoso ou anjo foi chamado de El no Velho Testamento. Os judeus eram monoteístas e não tinham este conceito pagão de dois deuseus: um Deus maior e um deus, como as Testemunha de Jeová ensinam e isto é politeísmo, não monoteísmo.

JESUS É CHAMADO DE “O DEUS” (O THEOS)

Mateus 1:23:

“e ele será chamado pelo nome de Emanuel (que quer dizer: Deus [ho theos “o Deus”] conosco).”

Jo. 1:1:

o Jesus é o Deus Eterno distinto do Deus Pai:

No princípio era a Palavra e a Palavra estava com Deus e a Palavra era Deus (theos en ho logos (“Deus era a Palavra”).

Jo. 20:28

Tomé disse a Jesus (falando direto a Ele): ho kurios mou kai ho theos mou, lit., “o Senhor de mim e o Deus de mim” (veja a própria interlinear do grego da Torre chamado:The Kingdom Interlinear Translation 3.

Fp. 2:6:

pois ele [sempre], subsistindo [huparchon] em forma [“natureza”, NIV] [morphe] de Deus 4 não julgou como usurpação o ser igual a Deus, mas se esvaziou e tomou a forma [morphe] de um servo, tornando-se em semelhança de homens. e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte e morte de cruz…para que ao nome de Jesus SE DOBRE TODO JOELHO, nos céus, na terra e debaixo da terra,e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai” (grifo nosso).

Cl. 2:9:

porquanto, nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade [theotetos].

Tt. 2:13:

“O grande Deus e Salvador”: tou megalou theou kai soteros hemon Christou Iesou, lit., “o grande Deus e Salvador de nós Cristo Jesus”. Nota: em 2 Pedro 1:1 temos a mesma construção gramatical (i.e., artigo-substantivo-kai-substantivo): tou theou hemon kai soteros Iesou Christou, lit., “o Deus de nós e Salvador Jesus Cristo (cf. 2 Ts 1:12; 2 Pd. 1:11; 2:20; 3:2, 18,; veja o grego.).

Hb. 1:8:

“Mas do Filho Ele [o Pai] diz, “SEU TRONO, Ó DEUS É PARA SEMPRE E SEMPRE…” (ho thronos sou ho theos, lit., “o trono de ti o Deus…”). Clique aqui para um estudo mais profundo.

JESUS CRISTO: O ETERNO EGO EIMI (“EU SOU”)

Estes seriam Mc. 6:50; Jo. 8:24; 8:28; 8:58; 13:19 (cf. Is. 43:10; LXX); 18:5; 18:6; e 18:8.

*Por que é importante saber e ensinar que Jesus É Deus? Além do que Jesus declara em Jo. 4:24; 17:3 e 1 Jo. 2:23, Jesus declara em Jo. 8:24:

“Por isso, eu vos disse que morrereis nos vossos pecados; porque, se não crerdes que EU SOU [ego eimi], morrereis nos vossos pecados

*Veja: Jo. 1:18; Rm. 9:5; Fl. 2:6-11; Cl. 2:9 (theotētos); Heb. 1:3; 1 Jo. 5:20; Ap. 5:13-14.[A Trindade: um Deus revelado em três pessoas distintas e coiguais].

O ESPÍRITO SANTO É UMA PESSOA E É CHAMADO DE “DEUS”

As TJ ensinam que o Espírito Santo é a “força ativa” de Jeová e não uma pessoa. Eles comparam o espírito santo com a “eletricidade”. Porém, o Espírito Santo não pode ser qualquer coisa senão uma pessoa ciente, que tem personalidade. O Espírito Santo tem uma relação pessoal com o Pai e Jesus, como também todos os crentes.

O ESPÍRITO SANTO É DEUS

At. 5.3,4, Ananias e Safira:

“Então, disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo?
Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder? Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos homens, mas a Deus” (grifo nosso)

Mentir ao Espírito Santo é o mesmo que mentir a Deus porque Ele é Deus. Você não pode mentir para uma eletricidade ou uma força. Somente uma pessoa ou ser (ego) pode ser enganada. Também compare At. 28:25-26 com Is. 6:ss. Em Is. 6:1ss. lemos que Jeová está no trono falando por Isaías (vv. 9-10), mas Paulo (em At. 28:25-26) atribui as palavras de Jeová ao Espírito Santo.

O ESPÍRITO SANTO COMUNICA

NOTA: este é um grande ponto para testemunhar às Testemunhas de Jeová (uma força?)

At. 8:29
Hb. 3:7-11, 18,; cf. Sl. 95:7-11
Hb. 10:15-17; cf. Jr. 31:33, 34.

O ESPÍRITO SANTO SE IDENTIFICA COMO “EU” (EGO)

At. 13:2:

O Espírito Santo não pensa em Si mesmo como uma “atividade de Deus”, mas o Espírito Santo se identifica como “eu” quer dizer, um Ser (ego).

“Enquanto meditava Pedro acerca da visão, disse-lhe o Espírito: Estão aí dois homens que te procuram; levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu (ego) os enviei” (At. 10:19-20; grifo nosso).

Enquanto ministravam publicamente a Jeová e jejuavam, o espírito santo disse: “Dentre todas as pessoas, separai-me Barnabé e Saulo para a obra a que os chamei [proskeklēmai]. Concordemente, estes homens, enviados pelo espírito santo, desceram a Selêucia, e dali navegaram para Chipre.(At. 13:2, 4,; TNM; grifo nosso).

Na passagem acima (da própria tradução da Bíblia TJ: TNM) lemos que o Espírito Santo: Comunica. A eletricidade pode fazer isso?

Às vezes as Testemunhas de Jeová dirão que o “Espírito Santo” (hagion pneuma) está no gênero neutro. E isto é verdade, mas em substantivos gregos necessariamente não indica o gênero natural (por exemplo, “amor” é feminino; “crianças” e “meninas” são neutros)

PRONOMES PESSOAIS SÃO APLICADOS AO ESPÍRITO SANTO

Em João capítulos 14 e 16 Jesus usa pronomes pessoais para se referir ao Espírito Santo:

“Mas quando o Espírito [ekeinos] da verdade vier, ele os guiará em toda a verdade. Porque ele não falará de Si mesmo; mas tudo que ele ouvir vai falar: e ele lhes fará conhecido as coisas por vir. Ele me glorificará; porque ele receberá do que é meu, e lhes mostrará. (Jo. 16:13-14 – Pesito siríaca; grifo nosso).

O ESPÍRITO SANTO TEM ATRIBUTOS PESSOAIS


Vontade:
1 Coríntios 12:9-11.

Emoções: Efésios 4:30.

Mente: 1 Coríntios 2:10, 11,; Romanos 8:27.

Intercede (ora): Romanos 8:26.

Pode-se mentir a Ele: Atos 5:3.

Pode ser blasfemado: Marcos 3:29, 30.

Comanda: Atos 13:4; At. 16:6.

O ESPÍRITO SANTO AMA: ROMANOS 15:30

“Agora eu vos peço, irmãos, por causa de nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor que o Espírito inspira, para lutar comigo em orações a Deus em meu nome” (Rm. 15:30 – Williams; grifo nosso).

O ESPÍRITO SANTO É IGUAL AO PAI E AO FILHO

Mt. 28:19:

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo…” (também veja At. 28:25-27; 2 Cor. 13:14; Ef.. 2:18)

PREMISSA TRÊS

O Pai, e o Filho, e o Espírito Santo são DISTINTOS.

Considerações gramaticais

Jo. 1:1: ” e a Palavra estava com Deus…”

No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com [pros] Deus, e o Verbo era Deus. (en arche en ho logos, kai ho logos en pros ton theon, kai theos en ho logos).

No Novo Testamento a palavra “com” (pros), quando se refere a pessoas, indica uma relação entre pessoas distintas. Além disso, o Verbo estava, pros ton theon, “com o Deus”, que expressa a relação íntima e amorosa relação que o Verbo tinha com Deus Pai.

Primeiro e terceira pessoa pronomes pessoais:

Ao longo do capítulo 14, Jesus se diferencia claramente do Pai usando o primeiro pronome pessoal (“eu,” “eu,” “Meu”) para se referir a Ele e o pronome de terceira pessoa (“Ele,” “Ele,” “Seu”) para se referir ao Pai (por exemplo, Jo. 14:7, 10, 16). Este caso de distinção marcada também é evidente quando Jesus se diferencia de Deus o Espírito Santo:

“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro [allon, Veja nº 42 abaixo] Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco,” (Jo. 14:16; também veja 14:7, 10, 26,; grifo nosso).

Preposições diferentes:

Também no NT, particularmente em João capítulos 14-16, Jesus se distingue do Pai usando preposições diferentes. Este uso de preposições diferentes “mostra uma relação entre eles” e denota claramente uma distinção essencial, por exemplo, “ninguém vem ao [pros] Pai senão por [dia] mim” (Jo. 14:6); “quem crê em [eis] mim…. eu vou ao [pros] o Pai” (v. 12; cf. também Jo. 15:26; 16:28). Paulo usa preposições diferentes para diferenciar o Pai do Filho. Em Ef. 2:18, Paulo ensina que pela agência do Filho, os cristãos têm acesso ao Pai por meio do Espírito:

“Pois, por Ele [di’autou: o Filho] ambos temos acesso, em [en] um Espírito, ao Pai [pros ton patera]” (Ef. 2:18).

O Pai e o Filho e o Espírito Santo são claramente diferenciados em Mateus 28:19; e 2 coríntios 13:14 (5)

Distinção de sujeito-objeto

Se Jesus e o Pai não fossem Pessoas cientes distintas, não esperaríamos ver uma relação de sujeito-objeto entre eles:

“Batizado Jesus, saiu logo da água, e eis que se lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descendo como pomba, vindo sobre ele.
E eis uma voz dos céus, que dizia: Este é o meu [sujeito] Filho amado [objeto], em quem me [sujeito] comprazo.” (Mt. 3:16-17; grifo nosso; também veja, Mt.17:5).

“Eu [sujeito] te [objeto] glorifiquei na terra, consumando a obra que me [sujeito] confiaste [objeto] para fazer;” (Jo. 17:4; também veja Lc. 23:34, 46).

O Pai e o Filho são referidos como “Eu”–”Tu” em relação um ao outro; o Filho se refere ao Pai como “Tu” e Ele como “eu”. O Pai se refere a Jesus como “tu” e Ele como “eu”. O Filho se relaciona pessoalmente ao Pai e o Espírito Santo, e o contrário é completamente verdade do Pai e o Espírito Santo relativo a um ao outro.

A repetição do artigo:

Em Mateus 28:19, a frase: eis to onoma tou patros kai tou huiou kai tou hagiou pneumatos, “em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo,” gramaticalemente fala por si mesmo. Note a repetição do artigo tou, “o” antes de cada substantivo: tou patros “do Pai”, tou huiou “do Filho”, tou hagiou pneumatos “do Espírito Santo”. E cada substantivo é ligado pela conjunção conetivo kai, “e”. Assim, este tipo de construção (ver Sharp #6) claramente mostra a distinção entre todas as três Pessoas.

Em Apocalipse 5:13 o Cordeiro e o Pai são apresentados como dois objetos distintos de adoração divina pois são diferenciados pela repetição do artigo :

“Àquele
[] que está sentado no trono e ao Cordeiro [kai tō arniō], seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos”

Portanto, Paulo apresenta as três Pessoas não como unipessonal, mas como três Pessoas distintas:

“A graça do Senhor Jesus Cristo [tou kuriou Iēsou Christou], e [kai] o amor do [o] Deus [tou theou], e [kai] a comunhão do Espírito Santo [tou hagiou pneumatos] estejam convosco” (2 Cor. 13:14).

Há muitas outras passagens onde regra 6 se Sharp se aplica e denota distinção entre as três Pessoas na Trindade (por exemplo, Mt. 28:19; 1 Tessalonicenses 3:1; 2 Tessalonicenses 2:16-17; 1 Jo. 2:22-23). Mais adiante, ve com O Pai e o Filho, mas o Pai e Filho são claramente mostrados como duas Pessoas pela repetição do artigo tou “o” e a preposição repetida meta, “com”.

“E o que vimos e ouvimos, também vos fazemos conhecidos, para que possam ter comunhão conosco [meta]; e nossa comunhão é com [meta] o Pai [tou patros], e com [meta] Seu Filho Jesus [tou huiou] o Messias” (1. Jo. 1.3 – Pesito siríaca -grifo nosso)

Assim, há numerosas passagens onde são usadas preposições diferentes para diferenciar as Pessoas da Trindade (por exemplo, Jo. 14:6, 12,; 15:26; 16:28; Ef.. 2:18).

Jo. 17:5

“E agora, meu Pai, glorifica-me, com essa glória que eu tinha contigo antes que o mundo existisse” (Pesito siríaca – grifo nosso).

As saudações paulinas

gramaticamente distinguem entre o Pai e o Filho. Na consciência de Paulo, a “graça” e “paz” fluem igualmente do (apo) Pai e do Filho.

*NOTA: Para saber mais sobre as distinções ontológicas entre as Pessoas da Trindade veja sobre unicismo.

CONCLUSÃO: Então, todas as três Pessoas COMPARTILHAM a natureza de UM SER: Deus Pai, Deus Filho, e Deus Espírito Santo. A Trindade não são três deuses (i.e., triteísmo) nem Jesus é o Pai (i.e., modalismo) eles são DISTINTOS (“a Palavra estava COM Deus” Jo. 1:1).

RESUMO

PREMISSA UM:
Existe UM DEUS verdadeiro por natureza.

PREMISSA DOIS:

As Escrituras apresentam o Pai, o Filho e o Espírito Santo como Deus.

PREMISSA TRÊS:

O Pai, o Filho e o Espírito Santo são Pessoas distintas ou Egos, cientes um ao outro. Como também existindo entre si em uma amorosa comunhão – mesmo antes do tempo existir (cf. Jo. 17:5).

CONCLUSÃO:

O dados bíblicos estão claros: as três Pessoas compartilham a mesma natureza de UM DEUS ETERNO.

Rejeitando o Deus da Bíblia, as Testemunha de Jeová acreditam em um Deus que não existe. Só o verdadeiro Deus das Escrituras existe. O deus da Torre de Vigia não pode salvar ninguém, não existe. Elas crêem em um Deus unitário (uma Pessoa) e rejeitam o Deus triúno bíblico.

Precisamos pedir a Deus para abrir seus corações e mentes assim para poderem entender quem é Deus e Jesus Cristo. Só Ele pode dar a salvação.

A doutrina da Trindade não se originou num concílio do quarto século nem surgiu da Igreja católica. Deus revela Sua natureza (que Ele é um Ser tri-pessoal) nas próprias Escrituras. Usamos a palavra “Trindade” para comunicar os dados bíblicos que são revelados nas Escrituras. Se simplesmente deixarmos o texto falar por si mesmo, então, não chegaremos a conclusões antibíblicas. Temos a Palavra de Deus, nossa responsável para conferir a verdade do verdadeiro Deus; não há desculpa:

“E agora, não sabes? não ouviste? o Deus eterno, o Deus que formou os confins da terra” (Is. 40:28).

Jesus estava claro:

“Eu vos digo, que morrereis em vossos pecados; porque se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados” (Jo. 8:24).

As Testemunha de Jeová tentam desesperadamente refutar a doutrina. Porém, como irá perceber, assim como os unicistas pentecostais, as TJ usam os piores métodos possíveis de interpretação por meio de textos distorcidos, afirmações filosóficas e falácias lógicas. E, assim como todos os anti-trinitários, falsificam citações e citam errados os Pais da Igreja e os teólogos cristãos.

Comunhão pessoal entre as Pessoas da Trindade

“Se eu testifico a respeito de mim mesmo, o meu testemunho não é verdadeiro. Outro (allos) é o que testifica a meu respeito, e sei que é verdadeiro o testemunho que ele dá de mim.” (Jo. 5:31-32; cf. 3:35; 10:17; 14:31).

NOTAS

1 – Freqüentemente, a objeção mais feita, principalmente por aqueles que rejeitam a Trindade, é sobre a palavra “Pessoa”. Ao definir a Trindade, os Pais de Igreja usariam “as Pessoas” de um modo menos individualista, como usaríamos o termo hoje. As igrejas no Ocidente utilizaram persona (latim) e as igrejas do Oriente – hupostasis (grego). O líder da Reforma, João Calvino, disse: “Então, por Pessoa eu quero dizer uma subsistência no ser Divino….”

Porém, a analogia habitual empregada pela igreja antiga para ilustrar a Trindade era o “modelo psicológico – dentro de um corpo existe um intelecto, um coração e uma vontade” (por exemplo, S. Agostinho). A palavra “Pessoa” é usada porque o Pai, Filho, e Espírito Santo possuem atributos pessoais. Além disso, aplicam-se pronomes pessoais a eles nas Escrituras. O Pai, Filho, e Espírito Santo são assuntos intelectuais, emocionais, conscientes que tem uma íntima relação um com (Gr. pros; como em Jo. 1:1) o outro.

2 – As Escrituras são claras: só há UM VERDADEIRO DEUS, e assim todas as outras coisas chamadas de “deus” são falsos deuses ou por natureza não são Deus (Gal. 4:8) como os anjos (cf. Sl. 8:5 com Hb. 2:7). Jesus é chamado “um deus” (na TNM, Jo. 1:1) e Ele é chamado “o Deus” em Jo. 20:28; Ti. 2:13; 2 Pedro 1:1 (veja a Interlinear da Torre de Vigia: KIT). Levando em conta este fato, devemos perguntar para as Testemunhas de Jeová: “Jesus é um Deus verdadeiro ou um deus falso”? Qualquer resposta será desastrosa para seus ensinos.

3, um ponto que é perdido freqüentemente pelos Testemunha de Jeová é que Tomé enviou o Jesus como, ” o Deus ” (theos de ho). a Maioria do misguidedly de Testemunha de Jeová diz que só Jeová é chamado ” o Deus “. Mas como visto acima, junto com Jo. 20:28, theos ” de ” ho também é aplicado ao Jesus a Mateus 1:23; Ti. 2:13; 2 Pedro 1:1; 2 Tessalonicenses 1:12 e Hb.. 1:8 vêem os Testemunha de Jeová possuir texto grego: Tradução Interlinear do Reino onde eles traduziram estas passagens corretamente.

4, em Fp. 2:6 (NASB) a palavra traduziu ” existido ” (huparchon) é um particípio tenso presente que leva o significado de existência continuada. Jesus sempre estava existindo na ” forma ” (morphe) de Deus ou como o NIV traduz: ” Quem, sendo em muito natureza Deus “. é dito que Jesus Cristo é o CRIADOR de TODAS as COISAS e não só uma parte de criação como os Testemunha de Jeová afirma confiantemente (cf. Jo. 1:3; Col. 1:15-17; Hb.. 1:2, 10).

5, porém os Testemunha de Jeová acreditam que o Pai, Filho e Espírito Santo são distintos que eles rejeitam entretanto, que eles são da mesma substância: DEUS (veja Hb.. 1:3, onde é dito que o Jesus é a ” representação ” exata da substância de Deus ou natureza: hypostaseos de tes de charakter).

Abraços amados(as)

Blog Teologia Pastoral SJRP

trindade-santa

Mudança de vida é um desafio que se coloca a nós por Deus, que nos quer trilhando os Seus caminhos

Como-mudar-de-vidaHoje, o Senhor nos convida a mudar de vida, a fazer a um exame de consciência e olhar para a nosso interior e observar o que precisa de conversão: “Hipócrita, tira primeiro a trave do teu próprio olho, e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão” (Mt 7, 5). O que hoje é uma trave que nos impede de enxergar com um olhar de misericórdia os pecados de meus irmãos? O que é uma trave que impede de nos aproximar de Deus? Qual a mudança de vida que precisamos lutar para que aconteça? Pois, a falta de conversão nos impede de alçar grandes voos rumo à santidade de vida, à comunhão com Deus e com os irmãos.

O Senhor nos convida a olhar para o nosso interior, para o mais profundo da nossa mente e do nosso coração e, com muita coragem, assumir as nossas fraquezas, as nossas debilidades. Porém, não com um olhar de julgamento, pois o Senhor não veio ao mundo para julgar, mas para salvar (cf Jo 3, 17). Somos chamados a olhar para os nossos pecados com misericórdia, pois é assim que Deus os vê, e clamar o perdão de nossos pecados. Além disso, peçamos também a força do Espírito Santo para superar essas fraquezas.

Não tenhamos medo de olhar para nós mesmos e de nos voltar para Deus. Pois, Ele quer nos curar de nossos males, perdoar nossos pecados e nos dar a vida em plenitude. Apresentemos as nossas faltas a Deus pelas mãos da Virgem Maria, e peçamos a ela que interceda por nós. Pois, Nossa Senhora quer, conforme a vontade de Deus, que rompamos com tudo aquilo que nos afasta de Deus e de nossos irmãos. Por isso, fará tudo para que alcancemos o perdão dos nossos pecados e a fortaleza para perseverar na busca pela santidade.

Nos coloquemos aos cuidados da Virgem Maria, para que ela nos ajude em nosso processo de conversão e de aproximação com Deus. Ela é uma Mãe cuidadosa, atenta a todas as nossas necessidades. Nos consagremos inteiramente a Maria, para que sejamos fortalecidos na luta contra o mal e o pecado em nossas vidas. Pois, Nossa Senhora é um caminho rápido e seguro de santificação, experimentado por muitos santos e santas.

Assim, a Virgem Maria nos ajuda a perceber nossas misérias, nossas fraquezas e nos conduz rapidamente à santificação. Pois, ela é mãe e sabe qual é o melhor remédio para cada enfermidade, qual é a melhor solução para os nossos problemas. Entreguemos tudo que nos impede de ser mais de Deus para a Virgem Maria e ela nos ajudará a vencer esses pecados e nos voltar para o caminho de Deus.

Natalino Ueda – Católico – Missionário

Paz amados(as)

 

Deus criou o Big Bang

Deus e o Big bangDeus criou o Big Bang (Como visto na Aula do Prof. Diego 16/04/2013 -Aula de Teologia Pastoral – Seminario Sagrado Coração de Jesus)

Segundo a teoria do Big Bang que é a mais aceita pela maioria dos cientistas a noção de espaço e tempo começa neste exato momento da história do universo, não podendo haver um antes – cientificamente falando como podemos provar que todo o universo se encontrava con…densado do tamanho da cabeça de 1 alfinete – quem teria colocado …essa matéria aí? de onde teria vindo? – portanto será que podemos dizer que Deus criou o universo através do Big Bang – será que ciência e religião finalmente tem 1 ponto em comum?
É possivel que essa sua descriçâo faça sentido e seja o reencontro de referência na ciência com a religião – a ciência se baseia essencialmente em provas e hipoteses e fatos concretos – por isso é possivel que Big-Bang se realmente existiu, esteja relacionado e tenha sido desencadeado por algo sobrenatural a quem possamos atribuir o nome de Deus – quem pode provar isso? É uma hipotese!

Segundo o físico Stephen Hawking:

“Stephen Hawking descarta Deus na equação do universo.
Dias antes da publicação do novo livro de Stephen Hawking, o jornal The Times avança um excerto da obra onde o físico inglês defende que a lei da gravidade é suficiente, por si só, para a criação deste e de outros universos e que, por isso, não é necessário “invocar Deus”.
“Devido à existência de uma lei como a da gravidade, o universo pode criar-se a partir do nada. A criação espontânea é a razão pela qual há algo em vez de nada, porque o universo existe, porque nós existimos”, lê-se no excerto do livro assinado por Hawking e pelo físico norte-americano Leonard Mlodinow. “Não é necessário invocar Deus para premir o gatilho e pôr o universo em marcha”, argumenta o físico.”
Leiam todo o artigo, no Público.

“O manuscrito tem como título “The Grand Design” e vai ser editado a 9 de Setembro. O livro pretende explicar mistérios como o Big Bang ou a existência de outros universos.
Há poucas semanas, Hawking foi notícia por defender que a humanidade deveria procurar nos próximos 200 anos outro planeta para viver, devido à forma como os recursos terrestres estão a ser utilizados.”

O Público também diz que no livro de 1988, “Uma breve história do tempo”, Hawking tinha uma posição diferente: “Se descobríssemos uma teoria completa [do universo], seria o derradeiro triunfo da razão – porque assim conheceríamos a mente de Deus”.
Mas na verdade não é assim, porque Hawking, tal como Einstein, define “Deus” como leis matemáticas naturais. Logo, Hawking não defendia um homem de barba branca a olhar pelos Humanos. Assim, ao contrário do que afirma o Público, estas declarações vão no seguimento do que Hawking pensava.

O Público também diz:
“Em 1992, a descoberta de um planeta que gira à volta de outra estrela que não o Sol chamou a atenção de Hawking. “Isso torna a coincidência das condições do nosso planeta – um único Sol, a sorte da combinação da massa solar e da distância da Terra ao Sol – muito menos extraordinária e muito menos convincente como prova de que a Terra foi cuidadosamente desenhada para fazer as vontades aos seres humanos”, disse o físico, citado pelo The Guardian.”
Ora, isto vem, novamente, no seguimento do que Hawking pensa: o Princípio da Mediocridade é a regra no Universo.

Depois de Stephen Hawking ter dito que não precisava de Deus para explicar a criação do Universo, agora chegou a vez do Papa vir dizer que Deus é o responsável pelo Big Bang.

Stephen Hawking diz isto: “Deus pode existir, mas a ciência não precisa dessa hipótese para explicar o Universo”. Ou seja, a ciência não pode nem deve recorrer a seres divinos como explicações científicas.
Acho que isto é uma verdade perfeitamente evidente.
Ciência não é religião.

A pergunta “Acredita em extraterrestes?” não faz sentido.
Porque não define extraterrestres: cinzentos? marcianos verdes? bactérias?
Porque não tem a ver com acreditar. Eles existem ou não e é a ciência que nos dará as respostas.

O mesmo é para a pergunta que o Larry King se fartou de fazer.
Perguntar “Acredita em Deus”?” também não faz sentido.
De que Deus está a falar? De um ser-espião que não tem mais nada que fazer, senão passar o tempo de forma “creepy”, a espiar o que ando a fazer, quando me visto, quando me dispo, quando digo alguma asneira, etc? É de um ser desses que espera que eu acredite? Um ser que me anda a espiar nas sombras, sorrateiramente, de forma invisível? E que me espia a mim, e a todos os outros humanos, incluindo as crianças (andar a ver quando se vestem, despem, e dizem asneiras)? É que se alguém acredita que há um ser que faz isso, então deve imediatamente chamar as autoridades, porque é totalmente ilegal e bastante ofensivo andar alguém a fazer isso.

“God didn’t created man, man created God”, ou seja, esse Deus-espião não criou os humanos, mas foram os humanos que criaram esse Deus-espião. Assim, havia mais controlo sobre a população, que vive com medo do que lhe vai acontecer a seguir. O medo é a melhor forma de controlo.
E a ideia que só se tem moral, ou justiça, se se acreditar em Deus é mentira, como se pode ver em experiências com animais. Eu prefiro ser uma boa pessoa porque quero, em vez de ser boa pessoa só porque tenho medo do que me vai acontecer a seguir. Deve-se fazer as coisas certas porque elas são certas, e não porque se tem medo das consequências das coisas erradas. Da mesma forma que há boas pessoas em todas as religiões, e boas pessoas que são crentes em Deus e boas pessoas que não são crentes em Deus. Ou seja, para se ser boa pessoa, é indiferente aquilo em que ela acredita, mas o que conta são as suas acções.
Curiosamente, gostei desta publicidade em Chicago. Aliás, o entrevistado diz que no passado tínhamos milhares de deuses, agora só temos um, ou seja, estamos a melhorar. O que vai de encontro a uma frase do Richard Dawkins no livro “The Root of All Evil”: “We are all atheists about most of the gods that societies have ever believed in. Some of us just go one god further” (Todos somos ateístas sobre a maioria dos deuses que as sociedades humanas acreditam. Alguns de nós, simplesmente acreditam em menos um. — ou seja, todos os portugueses e brasileiros que nos lêem são ateístas em relação à maior parte dos deuses que já popularam a mente humana). E esta frase do Dawkins vai de encontro à do Stephen Roberts: “I contend that we are both atheists. I just believe in one fewer god than you do. When you understand why you dismiss all the other possible gods, you will understand why I dismiss yours”. Ou seja, somos ambos ateístas; quando perceberes porque não acreditas em todos os deuses dos Egípcios ou Gregos, por exemplo, então vais perceber porque não acredito no teu deus.

A procura de conhecimento, seja de forma científica ou espiritual, não deveria ser o objectivo de todos?
E conhecimento que seja “palpável”, e não do género das tretas da pseudociência, como por exemplo falarem de “pulseiras quânticas” para se viver melhor.

Ou seja, não tem nada a ver com “acreditar” nisto ou naquilo. Ou existe, ou não existe. Da mesma forma que o Pai Natal ou existe ou não existe. Eu posso acreditar que consigo voar, mas o certo é que se me atirar do topo de um edificio de 50 andares, vou parar cá em baixo, porque independentemente de acreditar ou não, o certo é que a gravidade funciona.

Assim, é indiferente o que se acredita.
A gravidade funciona, e é explicada pela ciência.
A chuva funciona, e é explicada pela ciência.
A TV funciona, e é explicada pela ciência.
Os computadores funcionam, e são explicados pela ciência.
A internet funciona, e é explicada pela ciência.
Não é preciso Deus para explicar a Internet, Deus, a chuva, os computadores, ou a TV. Basta o conhecimento humano. É esta mensagem que Hawking quer fazer passar.
Quando se tem “fé”, quando se “acredita” em nós próprios, nos humanos, no conhecimento, e na ciência, o mundo avança, o mundo progride, o mundo torna-se melhor (o contrário, deu-nos a “Idade das Trevas”).

Podem dizer: mas a ciência não explica o início do Universo, e é por isso que aí entre a hipótese Deus.
Ou não.
Da mesma forma que há uns milhares de anos, pensava-se que Deus fazia a chuva, e agora essa hipótese já não é precisa.
Ou da mesma forma como há 100 anos atrás, alguém, ignorante da ciência actual, diria que a TV ou os computadores são obra de Deus, mas agora sabe-se que são obra dos humanos, porque o conhecimento humano progrediu.
Ou seja, com o tempo, os Humanos e a Ciência, vão tendo mais conhecimento e deixado de precisar dessa hipótese Deus (conhecimento VS. ignorância).

O Hawking tem a opinião que com a Teoria M, já se pode compreender o início do Universo sem precisar da hipótese Deus.
(eu não concordo com o Hawking, que a M já nos diz tudo, mas é a opinião dele)

De qualquer modo, Hawking só disse que não precisava dessa hipótese. Só isso.
Tal como para explicar a gravidade ou a chuva, basta a ciência e matemática. Não é preciso Deus para explicar esses fenómenos – a hipótese Deus era usada nesses fenómenos no passado, mas entretanto crescemos, evoluímos, fomos tendo mais conhecimento, e essa hipótese deixou de ser necessária.
É só isso que Hawking diz: que não precisa dessa hipótese para explicar determinado fenómeno (neste caso, o início do Universo).

Mas parece-me que os religiosos têm tão pouca fé nas suas crenças, que “cai-lhes o mundo” se alguém diz que “não precisa da hipótese Deus”.
Querem à viva força incluir essa hipótese, em ideias que não são deles.

Notem que o Hawking não diz que devem acreditar nele. Cada qual é livre de acreditar no que quiser. O co-autor diz precisamente isso: cada qual deve acreditar no que quiser.
Mas não percebo estes religiosos que querem à viva-força que Hawking e os outros, sigam as ideias deles.

Sinceramente, isto faz-me pensar nas atribulações de Galileu.
Só por Galileu afirmar que a Terra não estava no centro do Universo, os religiosos Cristãos “saltaram-lhe logo em cima”, porque ele tinha à-viva força de acreditar naquilo que eles queriam.
Independentemente da realidade, toda a gente tinha que seguir as crenças deles. Mesmo que a realidade provasse o contrário.
Parece-me a mesma história de nos quererem vender a crença no “Pai Natal”, ou nas “pulseiras quânticas“. É indiferente o que pessoas acreditam sobre as pulseiras, porque a realidade é só uma: elas não fazem nada; é um simples esquema para roubar dinheiro às pessoas.

Eu não sei o que pensam as outras pessoas, mas eu detesto que me impinjam crenças, e que queiram à-viva força que eu acredite em X, que pense Y, ou que faça Z.

Trocar o conhecimento pelas crenças, trocar o pensamento crítico por quererem que se acredite nisto ou naquilo, parece-me demasiado perigoso.
Como disse o Hawking: um dos perigos para a Humanidade é a nossa ignorância e estupidez.

Pessoalmente, penso que nem um nem outro podem fazer afirmações sobre o que se passou no Big Bang.
É estarem a inventar…

De qualquer modo, percebo o Hawking. Hawking não negou Deus. Simplesmente limitou-se a afirmar o óbvio tendo em conta a evolução da Humanidade. Dantes pensava-se que o Sol era um Deus, que a chuva era feita por deuses, que a trovoada era feita por deuses, etc. À medida que a ciência e o conhecimento progridem, então vai-se percebendo melhor esses “mistérios” e Deus deixa de ser necessário para explicar esses fenómenos.
Por outro lado, Hawking fez essas “declarações bombásticas” somente por motivos de marketing. Assim, teve direito a notícias na TV, a programas na TV, a discussão sobre o livro dele, etc. Foi publicidade grátis.

Segundo o Papa Bento XVI(na época, hoje é Papa Emérito)

Deus é responsável pelo Big Bang, diz papa Bento 16

A mente de Deus esteve por trás de teorias científicas complexas como a do Big Bang, e os cristãos devem rejeitar a ideia de que o Universo tenha surgido por acaso, disse o papa Bento 16 nesta quinta-feira.

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“O Universo não é fruto do acaso, como alguns querem que acreditemos”, disse Bento 16 no dia em que os cristãos celebram a Epifania –a Bíblia diz que os Reis Magos, seguindo uma estrela, chegaram ao lugar onde Jesus nasceu.

“Não é preciso um Deus para criar o Universo”, diz Stephen Hawking

“Contemplando (o Universo), somos convidados a enxergar algo profundo nele: a sabedoria do Criador, a criatividade inesgotável de Deus”, disse o papa em sermão para 10 mil fiéis na Basílica de São Pedro.

Nas ocasiões anteriores em que o papa falou sobre a evolução, ele raramente voltou atrás no tempo para discutir conceitos específicos como o do Big Bang, que cientistas acreditam tenha levado à formação do Universo, cerca de 13,7 bilhões de anos atrás.

Pesquisadores da Cern (sigla francesa de Organização Européia de Pesquisa Nuclear, em Genebra) vêm esmagando prótons em velocidade quase igual à da luz para simular as condições que, acreditam, teriam dado origem ao Universo primordial, do qual terminaram por emergir as estrelas, os planetas e a vida na Terra –e possivelmente em outros lugares também.

Alguns ateus afirmam que a ciência pode provar que Deus não existe, mas o papa disse que algumas teorias científicas são “mentalmente limitadoras” porque “chegam apenas até certo ponto (…) e não conseguem explicar a realidade última (…)”.

PERGUNTAS SEM RESPOSTAS

O papa declarou que as teorias científicas sobre a origem e o desenvolvimento do Universo e dos humanos, embora não entrem em conflito com a fé, deixam muitas perguntas sem resposta.

“Na beleza do mundo, em seu mistério, sua grandeza e sua racionalidade (…), só podemos nos deixar ser guiados em direção a Deus, criador do Céu e da Terra”, disse ele.

Bento 16 e seu predecessor, João Paulo 2º, procuram despir a Igreja da imagem de ser contrária à ciência –rótulo que ela ganhou quando condenou Galileu por ensinar que a Terra gira em volta do Sol, contestando as palavras da Bíblia.

Galileu foi reabilitado, e hoje a Igreja também aceita a evolução como teoria científica e não vê razão pela qual Deus não possa ter empregado um processo evolutivo natural para formar a espécie humana.

A Igreja Católica deixou de ensinar o criacionismo –a ideia de que Deus teria criado o mundo em seis dias, conforme descrito na Bíblia– e diz que o relato bíblico do livro do Gênesis é uma alegoria para explicar como Deus criou o mundo.

Mas a Igreja é contra o uso da evolução para respaldar uma filosofia ateia que nega a existência de Deus ou qualquer participação divina na criação. Ela também é contra o uso do livro do Gênesis como texto científico.

Também percebo a posição do Papa. Compreendo perfeitamente porque ele o disse, e que essa é a sua fé.
No entanto, ele poderia simplesmente ter dito isso (Deus criou o Big Bang), porque é a sua fé. Quando “justificou” essa fé, com o que ele assume serem características da ciência, então errou.
As suas declarações denotam que não percebe como o mundo funciona, porque não entende a natureza da ciência.
Por exemplo, ele diz: “algumas teorias científicas são mentalmente limitadoras porque chegam apenas até certo ponto (…) e não conseguem explicar a realidade última (…)”. Mas por isso, é que se chama ciência. Este é o processo científico – melhorar sempre. Não é um processo limitador; pelo contrário, é um processo que permite a evolução do conhecimento.
O Papa também criticou a ciência dizendo que “as teorias científicas sobre a origem e o desenvolvimento do universo e dos seres humanos (…) deixam questões sem resposta”. Mas a ciência não é fundamentalista como a religião. A ciência e o conhecimento evoluem. As respostas, levam a mais perguntas, e continua-se a descobrir mais e mais.
Enquanto a religião e a pseudociência inventam nomes para a ignorância que demonstram, a ciência tenta compreender e explicar os fenómenos. Esta não é uma limitação da natureza da ciência; pelo contrário, é uma característica vital para se evoluir no conhecimento; por exemplo, para sabermos como funciona a gravidade, e para podermos ter computadores.

Além disso, quem afirma o extraordinário é que tem que mostrar evidências extraordinárias.
Assim, chame-se Deus, Teoria das Cordas, Monstro de Esparguete Voador, Braco cura pelo olhar, pulseiras quânticas, ou o Pai Natal, quem afirma que isso existe no tempo em causa, é que tem que o provar.
Sendo assim, neste caso, o ónus da prova está do lado do Papa. Senão, limita-se a “inventar”…

Por último, penso ser um completo paradoxo afirmar que Deus criou o Universo, e o mesmo Deus andar preocupado com o que se passa num minúsculo (“invisível”) pedaço de pó existente num Universo gigantesco

Abraços fraternos aos amigos Teólogos(as)

Claudinei

Aluno do 2º Ano de Teologia Pastoral 

Habemus Papam: Papa Francisco (cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio)

papa_francisco0A Igreja Católica tem um novo papa: cardeal argentino é escolhido

A Igreja Católica tem um novo papa: o cardeal argentino Jorge Mario Bergoglio, 76, arcebispo de Buenos Aires, foi o escolhido. A fumaça branca liberada pela chaminé da Capela Sistina às 19h05 (horário local, 15h05 em Brasília) desta quarta-feira (13) mostrou que os 115 cardeais chegaram a um nome de consenso. O novo papa foi anunciado em latim, da sacada da Basílica de São Pedro, cerca de uma hora depois. O conclave começou na última terça-feira (12).

O nome adotado pelo novo papa foi Francisco e foi ouvido pela primeira vez por um cardeal que anunciou “habemus papam” (temos um papa) para a multidão reunida na praça. Este é o primeiro papa latino-americano e o nome adotado por ele é pioneiro.
Jorge Mario Bergoglio recebeu ao menos 77 votos dos cardeais-eleitores, o que configura dois terços do total.

A Praça de São Pedro entrou em uma explosão de comemorações depois que a fumaça branca surgiu da chaminé. Os sinos da Basílica de São Pedro repicaram dando a boa nova ao pontífice, que passou à chamada sala das lágrimas para se vestir com batina branca e sapatos vermelhos.

As pessoas presentes na praça se abraçaram, choraram e se encaminharam à Basílica para receber o novo papa e ouvir suas primeiras palavras ao mundo como pontífice.

A eleição do novo papa vem após a súbita e surpreendente renúncia de Bento XVI, de 85 anos. Ele deixou o cargo no último dia 28 de fevereiro, alegando não ter mais forças para liderar a Igreja, em um momento em que ela enfrenta vários problemas, dos escândalos de abusos sexuais às acusações de corrupção no Banco do Vaticano.

O conclave anterior, de 2005, durou dois dias e levou três rodadas de votação para eleger Joseph Ratzinger como novo papa — exatamente como a escolha deste ano.

Processo

Os cardeais foram trancados na Capela Sistina na tarde de terça-feira (12) depois de cada um jurar, em latim, com a mão sobre o Evangelho, que manterá segredo sobre os procedimentos e discussões do conclave.

Em seguida, o mestre papal de cerimônias, Guido Marini, fez o anúncio de Extra omnes — ‘Todos para fora’ — o chamado para que todos os não participantes do conclave deixassem o recinto.

Em seguida, a Capela Sistina foi trancada por fora. A partir deste momento, os cardeais passaram a comer, votar e dormir em áreas isoladas do mundo e dos meios de comunicação até terem cumprido a tarefa de escolher o novo papa.

Aparelhos bloqueadores de sinais de celular e internet foram instalados na Capela Sistina e na Casa de Santa Marta, onde ficam os quartos em que os cardeais passaram a noite.

Conheça mais sobre o novo Papa eleito

Cardeal Jorge Mario Bergoglio, SJ, arcebispo de Buenos Aires, Argentina, nasceu em 17 de dezembro de 1936, em Buenos Aires. Ele foi ordenado pelos jesuítas, em 13 de dezembro de 1969, durante os estudos teológicos na Faculdade de Teologia de San Miguel.

Ele era noviço-mestre em São Miguel, onde também ensinou teologia. Foi Provincial da Argentina (1973-1979) e reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel (1980-1986). Depois de completar sua tese de doutorado na Alemanha, serviu como confessor e diretor espiritual em Córdoba.

Em 20 de maio de 1992, Bergoglio foi nomeado bispo titular de Auca e Auxiliar de Buenos Aires; recebeu a consagração episcopal em 27 de junho do mesmo ano.

Em 3 de junho de 1997, foi nomeado Arcebispo Coadjutor de Buenos Aires e sucedeu o Cardeal Antonio Quarracino, em 28 de fevereiro de 1998. Foi Relator-Geral Adjunto da Assembleia Ordinária da 10º Sínodo Geral dos Bispos, em outubro de 2001.

Bergoglio atuou como presidente da Conferência Episcopal da Argentina a partir de 8 de novembro de 2005 até 8 de novembro de 2011.

Criado e proclamado cardeal pelo beato João Paulo II, no Consistório de 21 de fevereiro de 2001, com o título de S. Roberto Bellarmino (Santo Roberto Belarmino).

Membro de:

– Congregações para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para o Clero, para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica;

– Conselho Pontifício para a Família;

– Pontifícia Comissão para a América Latina

O novo Papa Francisco tem opiniões bem marcadas a respeito de assuntos polêmicos e, por exemplo, se opôs às leis de casamento entre pessoas do mesmo sexo e ao reconhecimento da identidade dos travestis e transexuais aprovados na Argentina.

A seguir, as posições do novo pontífice:

CASAMENTO GAY – Foi um tenaz opositor à lei do matrimônio entre pessoas do mesmo sexo aprovada em julho de 2010 na Argentina com apoio do governo e que foi a primeira do tipo na América Latina.

‘Não sejamos ingênuos: não se trata de uma simples luta política; é a pretensão destrutiva ao plano de Deus’, disse Bergoglio pouco antes da sanção da lei.

O padre Nicolás Alessio (53 anos) foi expulso do Tribunal Interdiocesano de Córdoba (norte) por apoiar o casamento gay.

IDENTIDADE DE GÊNERO – Também foi contrário à lei de identidade de gênero aprovada em maio de 2012 e que autoriza travestis e transexuais a registrar seus dados com o sexo escolhido.

EUTANÁSIA – Contrário à eutanásia. Chegou a declarar que ‘na Argentina se aplica a pena de morte’ no caso do aborto e a ‘eutanásia acobertada’ em idosos enfermos.

PRESERVATIVOS Contrário, assim como a Igreja, incluindo como forma de prevenção à Aids.

BATISMO – Em 2012 pediu a padres de 11 dioceses de Buenos Aires que batizassem todos os bebês, incluindo os nascidos de uma relação extraconjugal.

ESCNDALOS DE PEDOFILIA – Três padres católicos foram condenados desde 2002 na Argentina por abuso sexual de menores com penas de entre oito e 24 anos de prisão, enquanto dois bispos renunciaram por envolvimento em escândalos sexuais.

Em todos os casos, a Igreja evitou fazer comentários e disse que acataria as decisões da justiça.

PAPEL NA DITADURA – Bergoglio recebe críticas por supostamente não ter protegido dois padres jesuítas que foram sequestrados em 1976, durante o último regime militar (1976/83), e depois liberados.

MEIO AMBIENTE – Aqueles que o conhecem dizem que é um defensor do meio ambiente.

REFORMAS NA IGREJA – Para o Prêmio Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel, ‘não se vislumbra que (Bergoglio) possa promover mudanças estruturais a respeito da posição tradicional da Igreja sobre o uso do preservativo, a anticoncepção hormonal de emergência, a eliminação do celibato’.

O mesmo para ‘o papel das mulheres na Igreja, o tratamento às pessoas divorciadas ou aos homossexuais, a liberação do aborto’.

GLOBALIZAÇÃO E POLITICA – O novo Papa aceita a globalização, mas advertiu que ‘tem seus perigos’. ‘Não podemos renegar da cultura de nossos povos. Este é o grande perigo’ que a globalização traz consigo, destacou Bergoglio.

Defendeu ainda o trabalho dos laicos na política e definiu ‘a política como a tarefa do bem comum, ao contrário das ideologias, que sempre engendram violência’.

COMUNISMO E LIBERALISMO – O Papa Francisco expôs suas críticas tanto ao comunismo como ao liberalismo e destacou que, ‘assim como comunismo caiu por suas contradições internas, este liberalismo também vai cair por suas contradições internas’ e advertiu que ‘não devemos nos resignar a aceitar passivamente a tirania do econômico. A tarefa não deve reduzir-se a que as contas fechem para tranquilizar os mercados’. Também defendeu um trabalho maior sobre a sociedade.

AGENDA DO NOSSO AMADO PAPA FRANCISCO
Quinta-feira, dia 14 março Pela manhã: visita privada a um lugar mariano em Roma (como ele próprio disse que faria). À tarde, 17h (13h no Brasil), Capela Sistina: Missa com os Cardeais eleitores. Sexta-feira, dia 15 março Às 11h (7h no Brasil), Sala Clementina: audiência a todos os Cardeais
Sábado, dia 16 março Às 11h (7h no Brasil), Sala Paulo VI: audiência aos jornalistas
Domingo, dia 17 março Às 12h (8h no Brasil), do apartamento papal: recitação do Angelus.
MISSA PARA A SOLENE INAUGURAÇÃO DO PONTIFICADO Praça São Pedro, terça-feira, dia 19 março, às 9h30 (5h30 no Brasil)
Quarta-feira, dia 20 março Audiência aos confrades jesuítas. Não haverá Audiência-geral.
Papa Francisco toda a Igreja se alegra em tê-lo Governante da barca de Pedro, guiai-nos com toda esta humildade e arrebanhai as ovelhas perdidas e desgarradas que se encontram nos dias de hoje, mantenha a unidade e os valores que a Santa Sé Madre Igreja prega, amém!
Paz amados(as)
Claudinei
2º Ano de Teologia Pastoral

Santo Afonso Maria de Ligório – O Amor de Cristo

St_Alphonsus_LiguoriSanto Afonso Maria de Ligório (Marianella, Reino de Nápoles, 27 de Setembro de 1696Pagani, 1 de agosto de 1787) foi um jurisconsulto, teólogo moral e bispo italiano.

De rara inteligência, recebeu em 1712 o doutorado em direito civil e canônico. Não lhe faltaram temperamento e dons artísticos: poeta, músico, arquiteto, pintor.

Nascido Alfonso Maria de’ Liguori, era o primogênito de uma família bastante numerosa, pertencente à nobreza napolitana. Recebeu uma esmerada educação em ciências humanas, línguas clássicas e modernas, pintura e música. Compôs um Dueto da Paixão, como também o cântico de Natal mais popular da Itália, Tu scendi dalle stelle, e numerosos outros hinos. Terminou os estudos universitários alcançando o doutorado nos direitos civil e canônico e começou a exercer a profissão de advogado. No ano 1723, depois de um longo processo de discernimento, abandonou a carreira jurídica e, não obstante a forte oposição do pai, começou os estudos eclesiásticos.

Foi ordenado presbítero a 21 de dezembro de 1726, aos 30 anos. Viveu seus primeiros anos de presbiterado com os sem-teto e os jovens marginalizados de Nápoles. Fundou as “Capelas da Tarde”, que eram centros dirigidos pelos próprios jovens para a oração, proclamação da Palavra de Deus, atividades sociais, educação e vida comunitária. Na época da sua morte, havia 72 dessas capelas com mais de 10 mil participantes ativos.

No dia 9 de novembro de 1732, Afonso fundou a Congregação do Santíssimo Redentor, popularmente conhecida como Redentorista, para seguir o exemplo de Jesus Cristo anunciando a Boa Nova aos pobres e aos mais abandonados. Daí em diante, dedicou-se inteiramente a esta nova missão. Afonso escreveu diversas obras importantes para a Igreja sobre espiritualidade e teologia 111 obras, que tiveram 21.500 edições e foram traduzidas em 72 línguas. Mas, sua maior contribuição para a Igreja foi na área da reflexão teológica moral, com a sua Teologia Moral. Esta obra nasceu da experiência pastoral de Afonso, da sua habilidade em responder às questões práticas apresentadas pelos fiéis e do seu contato com os problemas do dia-a-dia. Combateu o estéril legalismo que estava sufocando a teologia e rejeitou o rigorismo estrito do seu tempo, produto da elite poderosa.

Em 1762, aos 66 anos foi ordenado bispo de Santa Ágata dos Godos.

No dia 1º de agosto de 1787, morreu entre os seus no Convento de Pagani.

Foi canonizado em 1831 pelo Papa Gregório XVI e declarado Doutor da Igreja (1871) e Padroeiro dos Moralistas e Confessores (1950).

A família Ligório

Os Ligório residem em Nápoles. Dom José, capitão das Galeras Reais, muito religioso e temperamental. A mãe, dona Ana Cavalieri, destaca-se pela doçura. Os pais sonham um futuro para os filhos. Aqui, se sonha muito alto.

Nápoles é uma cidade do sul da Itália. No tempo dos Ligório, é uma colcha de retalhos, marcada por um colorido e uma diversidade muito grandes.

Os Ligório têm oito filhos. O mais velho, Afonso, ficou na história, aliás, bastante movimentada. Porque é o herdeiro, é cercado de todos os cuidados. Investe-se muito nele: estuda em casa, tendo os melhores professores. Seus talentos serão cultivados.

Devoto do Santíssimo Sacramento e da Santíssima Virgem Maria. Participa também do oratório de São Filipe Néri.

Aos 16 anos, doutor em direito civil e eclesiástico. Aos 18, começa a advogar. Serão oito anos sem perder uma causa sequer! Tudo vai bem, do jeito que pensa e sonha Dom José.

Os tribunais, que são a vida de Afonso e dos Ligório, estão indo otimamente. Surgiu, porém, um processo entre duques, envolvendo grande soma em dinheiro. Devido à corrupção da Corte Judicial, Afonso perde a causa. Sonho acabado!

Afonso refugia-se em seu quarto. Por três dias reflete sobre o desastre, sem comer, sem se comover com as preocupações da mãe. Ao terceiro dia, os Ligório vêem um novo Afonso.

– “Mundo, agora te conheci! Adeus, tribunais! Não me vereis jamais!”.

No Hospital dos Incuráveis, Deus o convoca para nova missão. Decidido, vai até a Igreja de Nossa Senhora das Mercês e ali deixa sua espada de cavaleiro.

Ao pai Afonso responde: “Os tribunais são uma página virada em minha vida”. Afonso decide ser padre! O pai tenta tudo para demovê-lo da idéia. Em 21 de dezembro de 1726 Afonso é ordenado padre. Não será apenas mais um entre os dez mil que vivem em Nápoles. Será um padre que se destaca. Afonso tem 30 anos de idade.

A serviço dos pobres

Desde jovem Afonso dedica um carinho especial aos pobres. Participa de diversas confrarias, cuja finalidade era dar assistência aos necessitados. Ajuda, por exemplo:

– Os condenados à morte: Afonso inscreve-se na numa associação de voluntários que conforta na fé os condenados à morte, acompanha-os até o local da execução e faz os funerais.

– Os doentes incuráveis: Afonso pertenceu à Confraria dos Doutores, visitava e cuidava dos doentes do hospital conhecido como hospital dos incuráveis.

– Os “lazzaroni”: Cerca de trinta mil, vivendo ao perambulando pelas ruas e dependendo da caridade alheia. Será seu grupo preferido em Nápoles. Para eles cria chamadas “capelas vespertinas”, uma das grandes iniciativas pastorais de seu século.

– Os pagãos: Afonso inscreve-se no Colégio dos Chineses que preparava missionários para a China. Sempre teve grande desejo de ir às missões estrangeiras.

No descanso descobre um ideal

Afonso, depois de muitos trabalhos apostólicos, fica doente. O médico recomenda descanso. Parte então para Amalfi, com alguns amigos. – Por que não ir para Santa Maria dos Montes, logo acima de Scala? Estamos em 1730. Santa Maria dos Montes é lugar de pastores de cabras. Gente rude, pobre, fora da sociedade e da Igreja. Aproximam-se do grupo e começa a evangelizá-los. O descanso vira missão!

Visita o bispo de Scala, que o convida para pregar na catedral. A uns 200 metros, religiosas de um mosteiro suplicam que reparta com elas o Pão da Palavra.

É preciso voltar para Nápoles. O descanso acabou. Afonso, porém, volta diferente. Lá nas montanhas estão os cabreiros a esperar… Deixou ali seu coração e uma preocupação o persegue: quem irá evangelizar esse povo? Vendo sua necessidade,rezava, pedindo a Deus que suscitasse alguém para servi-los.

Um novo chamado

Em Scala, uma freira chamada Maria Celeste Crostarrosa tem uma missão: Afonso deveria juntar um grupo de missionários para a pregação.

Afonso assusta-se. – Seria verdade ou ilusão? Inicia-se um longo processo de discernimento. Seu diretor espiritual aconselha não dar muito crédito e continuar sua vida de missionário. E ele parte em missões com alguns companheiros.

Voltando a Nápoles, seu diretor espiritual anuncia-lhe: a obra é de Deus! Consulta outros homens sábios e prudentes É preciso partir! “Fazendo a Jesus Cristo um sacrifício de Nápoles, ele se oferece para viver o resto de sua vida nas estrebarias, nas choças, na cabanas e morrer cercado pelos pastores”.

Sofre a resistência dos pais, a zombaria de muitos. Nápoles não queria perdê-lo. Era precioso demais para a evangelização dos pobres. – E Nápoles não tem pobres?!

Afonso venceu a tentação e deixou Nápoles. Os cabreiros de Scala sorriam.

Adeus, Nápoles

Dois de novembro de 1732. Afonso deixa tudo para seguir o chamado-provocação de Deus.

Com mais dois companheiros, montando um burrico, deixa a cidade, os amigos, a fama e o sucesso garantido. Troca de grupo, abraçando o grupo dos cabreiros de Scala. “O Espírito do Senhor está sobre mim. Ele me ungiu e me enviou para proclamar a Boa Nova aos Pobres”. . .

Enfim, Scala. Começa o tempo bonito de consolidar uma opção. Reuniões, orações sobre o novo projeto, a missão que agora se inicia. A fundação oficial do novo grupo de evangelizadores dos pobres será no dia 9 de novembro de 1732.

Serão os congregados do Santíssimo Salvador. Adotam um escudo: sobre três montes, a cruz; esponja e lança, sinais da paixão. Os monogramas de Jesus e Maria. E a senha de identificação: “Copiosa Apud Eum Redemptio”— “Junto Dele a Redenção é abundante”.

Evangelização os pobres

Um novo grupo de evangelizadores dos abandonados? – Para quê? Nápoles já tinha tantas congregações. Afonso também fizera para si mesmo todas essas perguntas. Mas havia os que ninguém abraçava, porque eram pobres, grosseiros, que só entendiam de cabras. Gente que não dava retorno algum. Só incômodo, despesas e sacrifício. Por isso, viviam abandonados. E o grupo dos congregados do Santíssimo Redentor era para eles.

Uma característica do grupo: não morar fora e longe dos abandonados . As residências do grupo não serão em Nápoles, mas o mais próximo possível dos pobres. Assim o grupo poderá girar mais facilmente entre eles e eles poderão participar mais da vida dos missionários. Irão às suas Igrejas, reunir-se-ão em suas casas para os exercícios espirituais… Não apenas pregam missões: a comunidade, a casa, tudo é missão e missão contínua. Assim os redentoristas, como serão chamados mais tarde, continuam Jesus Redentor que armou sua tenda no meio de nós.

Sinal de contradição

Diante de uma mentalidade rigorista, que punha a lei e o pecado em primeiro lugar, Afonso apresenta o amor e a misericórdia. Deus nos ama: eis o anúncio predileto de toda a vida de Santo Afonso.

Faz da pastoral, e principalmente da moral, a moral do amor de Deus que se transforma em misericórdia. Afonso convida a uma resposta de amor: diante do amor tão grande de Deus, nós somos levados a amá-lo também.

O amor misericordioso de Deus revela-se de modo especial no sacramento da Reconciliação. Esse sacramento será marcante em sua vida. É o homem da escuta aberta, amiga, amorosa. O homem da reconciliação.

Ele dizia que o confessor deve ser “rico de amor e suave como o mel”. Em 1950, o Papa Pio XII o declarava padroeiro dos confessores e dos moralistas. Até hoje os redentoristas têm na Igreja essa missão: anunciar que em primeiro lugar vem o amor e a misericórdia.

Grande escritor

Afonso foi um hábil escritor. Deixou mais de cem obras para ajudar o povo cristão. Em sua época havia uma mentalidade rigorista e muitos pregavam uma religião elitista, sem lugar para o sentimento e a devoção popular. Afonso vai contra a corrente e quer mostrar o rosto verdadeiro de Deus. Por isso escreve e coloca seus livros nas mãos do povo.

Para os sacerdotes escreveu sua Teologia Moral, inaugurando um novo método de fazer moral: a moral do amor e da misericórdia.

Mostrou ao povo a beleza de Maria, em seu livro “Glórias de Maria”. Deixou-nos o livro “Prática de Amar a Jesus Cristo”, as “Visitas ao Santíssimo Sacramento”.

Célebre sua frase: “Quem reza se salva, quem não reza se condena!”

Escreveu sobre os mistérios de Cristo, sobre sua encarnação, paixão-morte.

Escreveu para as religiosas, para os leigos…

Afonso colocou todos os seus dons a serviço da evangelização dos empobrecidos.

Revela-nos uma vida totalmente consagrada a uma missão. Formou a consciência religiosa de sua época. É considerado o melhor prosador religioso do século XVIII na Itália.

Bispo renovador

Em 1762, com 66 anos, Afonso é nomeado bispo. De novo era preciso partir, desta vez para outra insignificante cidadezinha, Santa Ágata dei Goti. De nada valera apelar para a saúde abalada: “Dom Ligório de sua cama governa melhor a diocese que muitos bispos jovens e com saúde”.

Em Santa Ágata dei Goti, por treze anos mostrou zelo invejável. Renovou o seminário; organizou Missões Gerais para a diocese; aprofundou a formação do clero. Envolveu todo o povo na solidariedade e no cuidado dos pobres.

Em 1775, deixa a diocese e retorna para sua congregação. Continuou na sua vida fecunda de oração, orientação e publicações.

Em 1 de agosto de 1787, com noventa e um anos, falece, rodeado de seus co-irmãos, redentores dos empobrecidos. Eram doze horas.

Afonso partia, mas deixava consolidada a grande obra de Deus, a Congregação do Santíssimo Redentor, que na época contava com cento e oitenta e três religiosos.

Seus seguidores

Afonso morreu. Seu sonho, porém, continua vivo na vida de seus seguidores. Principalmente por obra de Clemente Maria Hoffbauer, os redentoristas espalharam-se pelo mundo. Neles o Redentor continua derramando vida no coração dos pequenos e abandonados. A Congregação do Santíssimo Redentor é o lugar-presença onde o Redentor prossegue sua missão: “Enviou-me para evangelizar os pobres”.

– Hoje em dia estão presentes em cerca de setenta e cinco países.

Ontem, 06/03/2013 tivemos a primeira aula de Teologia Moral ministrada pelo Pe. Albuquerque, veremos muito sobre Santo Afonso de Ligorio. Fiquemos com esta bela oração deste Santo:
Senhor meu Jesus Cristo, que, pelo amor que tendes aos homens, estais de noite e de dia neste Sacramento, todo cheio de piedade e de amor, esperando, chamando e recebendo todos os que vêm visitar-vos; eu creio que estais presente no Santíssimo Sacramento do altar. … Eu vos adoro do abismo do meu nada e vos dou graças por todos os benefícios que me tendes feito; especialmente por vós mesmo dardes a mim neste sacramento, por me terdes concedido como advogada vossa Mãe santíssima, e por me terdes chamado a visitar-vos nesta igreja.
Eu vós saúdo, pois hoje, o vosso amantíssimo Coração e a minha intenção é fazê-lo por três motivos: primeiro, em ação de garças por esta grande dádiva; segundo, para compensar-vos de todas as injúrias que tendes recebido, neste Sacramento, de todos os vossos inimigos; terceiro, com intenção de adora-vos, nesta visita, em todos os lugares da terra onde vossa presença sacramental estais menos reverenciado e em maior abandono.
Meu Jesus, eu vos amo de todo o meu coração; pesa-me de ter, no passado, tantas vezes ofendido a vossa divina bondade.
Proponho, com o auxílio de vossa graça, nunca mais ofender-vos para o futuro.
E, no presente, miserável qual sou, eu me consagro todo a vós e renuncio a toda a própria vontade, a todos os afetos e desejos, e a tudo o que é meu, para vo-lo oferecer.
De hoje em diante fazei vós de mim e de tudo o que me pertence aquilo o que for de vosso agrado.
Só procuro e só peço o vosso santo amor, a perseverança final e o perfeito cumprimento de vossa vontade.
Recomendo-vos as almas do purgatório, especialmente as mais devotas do santíssimo sacramento e da Bem-aventurada Virgem Maria.
Recomendo-vos também todos os pobres pecadores.  
Finalmente, desejo unir, meu querido Salvador, todos os meus afetos com os de vosso amorosíssimo Coração; e, assim unidos, os ofereço a vosso Eterno Pai e lhe peço em vosso nome que por vosso amor os queira aceitar e atende.
Santo Afonso Maria de Ligório

Paz amados(as)

Claudinei

2º Ano de Teologia Pastoral

Quem foi o verdadeiro Jesus histórico?

JesusXCristoPergunta: “Quem foi o verdadeiro Jesus histórico?”
Resposta:
Sem dúvida, uma das perguntas mais frequentes é “Quem foi Jesus?”. Não há dúvida de que Jesus tem, de longe, o nome mais bem conhecido em todo o mundo. Cerca de um terço da nossa população mundial – aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas – afirma ser cristã. O Islamismo, o qual abrange cerca de 1,5 bilhões de pessoas, na verdade reconhece Jesus como o segundo maior profeta depois de Maomé. Das restantes 3,2 bilhões de pessoas (cerca de metade da população mundial), a maioria tem ou ouvido falar do nome de Jesus ou sabe que Ele é.
Se alguém fosse fazer um resumo da vida de Jesus desde o seu nascimento à sua morte, seria um tanto escasso. Ele nasceu de pais judeus em Belém, uma pequena cidade ao sul de Jerusalém, enquanto o território estava sob ocupação romana. Seus pais se mudaram ao norte, para Nazaré, onde cresceu, por isso Ele era conhecido como “Jesus de Nazaré”. Seu pai era um carpinteiro, por isso Jesus provavelmente adquiriu bem cedo essa habilidade. Quando tinha cerca de 30 anos de idade, Ele começou um ministério público. Ele escolheu uma dúzia de homens de reputação duvidosa como Seus discípulos e tinha como sua “sede” Cafarnaum, uma aldeia de pescadores e grande centro comercial na costa do Mar da Galileia. De lá, Ele viajou e pregou em toda a região da Galileia, muitas vezes se deslocando entre os gentios e samaritanos vizinhos com viagens intermitentes para Jerusalém.
Os ensinamentos e metodologias incomuns de Jesus assustaram e incomodaram muitas pessoas. Sua mensagens revolucionárias, juntamente com milagres e curas surpreendentes, conquistaram um enorme grupo de seguidores. Sua popularidade entre a população cresceu rapidamente e, como resultado, isso foi notado pelos líderes bem entrincheirados da fé judaica. Logo, esses líderes judeus tornaram-se ciumentos e ressentidos do Seu sucesso. Muitos desses líderes achavam seus ensinamentos ofensivos e sentiram que suas estabelecidas tradições e cerimônias religiosas estavam sendo comprometidas. Logo conspiraram com os governantes romanos para que fosse morto. Foi nessa época que um dos discípulos de Jesus o traiu aos líderes judeus por uma quantia irrisória de dinheiro. Pouco tempo depois, eles prenderam-no, engendraram às pressas uma série organizada de julgamentos simulados e sumariamente o executaram por crucificação.
Entretanto, ao contrário de qualquer outro na história, a morte de Jesus não foi o fim da sua história; era, de fato, o começo. O Cristianismo só existe por causa do que aconteceu depois de Jesus ter morrido. Três dias depois de Sua morte, os Seus discípulos e muitos outros começaram a afirmar que Ele havia ressuscitado dos mortos. Seu túmulo foi encontrado vazio, o corpo não estava lá, e inúmeras aparições foram testemunhadas por muitos grupos diferentes de pessoas, em locais diferentes e entre circunstâncias dessemelhantes.
Como resultado de tudo isso, as pessoas começaram a proclamar que Jesus era o Cristo, ou o Messias. Elas alegaram que a Sua ressurreição validava a mensagem de perdão dos pecados através do Seu sacrifício. No início, eles declararam esta boa notícia, conhecida como o evangelho, em Jerusalém, a mesma cidade onde Jesus havia sido condenado à morte. As notícias logo ficaram conhecidas como o Caminho (veja Atos 9:2, 19:9, 23, 24:22) e expandiram-se rapidamente. Em um curto período de tempo, esta mensagem do evangelho de fé se espalhou até mesmo para além da região, expandindo-se até à Roma e outras áreas mais distantes do seu vasto império.
Jesus sem dúvida teve um impacto tremendo na história mundial. A questão do “verdadeiro Jesus histórico” pode ser melhor respondida ao se estudar o impacto de Jesus na história. A única explicação para o impacto incomparável que Jesus teve é que Ele foi muito mais do que apenas um homem. Jesus foi, e é, precisamente quem a Bíblia afirma que Ele é – Deus que se tornou homem. Somente o Deus que criou o mundo e controla o curso da história poderia ter tão grande impacto no mundo.
Muito interessante os assuntos a ser discorridos neste 2º e 3º Ano com o Prof. Pe. Diego – Santíssima Trindade, Cristologia e Pneumatologia
Abraços e Paz amados(as)
Claudinei
2º Ano de Teologia Pastoral

Mais um ano para Aprofundarmos no conhecimento das Sagradas Escrituras

Santo-AgostinhoAmigos(as) do Curso Teológico Pastoral, as aulas têm início hoje 05/03/2013 das 20:00hs às 21:30hs, espero que todos(as) tenham feito suas rematrículas, espero encontrar todos(as) motivados(as) em aprender mais e aprofundarmos no conhecimento das Sagradas Escrituras, com a ajuda dos novos professores, nos encontraremos lá amigos(as)

Abraços

Paz amados(as)

Claudinei – Aluno do 2º Ano do Curso de Teologia Pastoral