Festa Junina no Seminario – Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus – 13/06/2012

Boa noite queridos(as) amigos(as) do Curso de Teologia, hoje trago um post um pouco diferente do habitual, iremos curtir as fotos da Festa Junina no Seminario – Centro de Estudos Superiores Sagrado Coração de Jesus – 13/06/2012, muita gente reunida, amigos(as) dos demais anos( do 2º e do 3º ) do Curso de Teologia, Pe. Albuquerque, Pe. Leonel, Seminarista Alysson entre muitos outros que prestigiaram esta festa já muito conhecida no Brasil, a festa de Santo Antonio, teve quentão (“crentão”), chocolate quente, pipoca, bolos de tudo que é tipo, canjica, doces e doces, e o já tradicional mastro de Santo Antonio onde recebe os Devotos de seus(uas) admiradores(as).
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Conheça um pouco mais desta tradição não só aqui no Brasil mas no mundo todo.
QUEM FOI ?
O Santo de Lisboa.

Bem, verdade o santo padroeiro de Lisboa é São Vicente.
Mas foi Santo António que conquistou o coração dos lisboetas, que lhe dedicam todos os anos o dia 13 de Junho, feriado municipal. Ele é o santo casamenteiro, sempre associado à cidade que o viu nascer. Não importa se ele passou os últimos anos da sua vida em Pádua. Para os lisboetas, Santo António.é o Santo de Lisboa.
Fernando de Bulhão, ou Santo António como ficou imortalizado para sempre na história da capital portuguesa, nasceu em Lisboa, provavelmente a 15 de Agosto de 1195, numa casa onde mais tarde se ergueu a igreja em sua honra.Os primeiros estudos foram feitos na Sé de Lisboa e abraçou a vida religiosa em S. Vicente de Fora.É ordenado sacerdote no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra.

Diz a tradição que Fernando tinha uma memória extraordinária, sabendo de cor não só as Escrituras Sagradas como também a vida dos Santos Padres. Tornou-se frade franciscano e recolheu-se como Eremita nos Olivais.

Troca o nome para António em 1220 e é por essa altura que viaja para Marrocos, onde foi atacado por pestilência aquando da sua chegada. Passado um ano, quando regressava de barco a Portugal, uma forte tempestade arrastou-o para Itália, onde o destino haveria de o prender.São Francisco convoca-o em 1221 para o Capítulo Geral da Ordem e ali, ele revela os seus talentos de orador a pregar perante os seus confrades.

Foi convidado a ensinar teologia nas escolas franciscanas de Bolonha, Montpellier e Toulouse, e é nomeado ministro provincial no Norte da Itália, em 1227.Prossegue a sua carreira académica em Pádua, cidade onde viria a morrer em 1231.

É proclamado doutor da Igreja pelo papa Pio XII, em 1946, que o considera “exímio teólogo e insigne mestre e matérias de ascética e mística”.

“UM TOSTÃOZINHO PRÓ SANTO ANTÓNIO!”


Fernando Martins de Bulhão nasceu em Lisboa, a dois passos da catedral onde foi baptizado e passou a maior parte da sua curta vida na capital portuguesa (morreu em Pádua com 36 anos), tendo aqui estudado e sido ordenado.

Canonizado um ano depois da sua morte, reza a lenda que o povo quis mostrar, desde logo, a Santo António a sua imensa devoção, mandando construir uma capela no lugar da sua casa natal.

O rei D. João II, já no século XV, mandou construir nesse mesmo local uma igreja, a qual viria a ser totalmente destruída aquando do terramoto de 1755.

A sua reconstrução foi financiada por subscrição pública e, por isso, as crianças da cidade montaram pequenas bancas na rua com uma imagem do franciscano, pedindo “um tostãozinho pró Santo António!”, uma tradição que ainda hoje perdura, por altura do dia 13 de Junho, data em que o patrono de Lisboa morreu.

A igreja que se ergue ao lado da Sé foi construída, no século XVIII, a partir de um projecto do arquitecto Mateus Vicente.

FESTAS E TRADIÇÕES
A 13 de Junho, a cidade de Lisboa pára.
Na véspera, a cidade dançou, divertiu-se, leu pregões, cheirou mangericos e comeu sardinha assada.

LENDAS

O povo festeja Santo António como o Santo Casamenteiro.

A lenda tem origem na generosidade com que o frade presenteava as jovens sem dote para que se pudessem casar. Daqui resultaram diversas outras lendas.

A mais conhecida reza que uma rapariga, farta de rezar e esperar que o santo ouvisse as suas preces, atirou a sua imagem pela janela fora. A estatueta bateu na cabeça de um rico homem, que logo se apaixonou e casou com ela.
A partir deste momento, o Santo Casamenteiro não teve mais descanso a atender os pedidos que lhe são dirigidos.

Santo António é também, talvez devido aos seus dotes de oratória, o advogado das causas perdidas e o que nos ajuda a encontrar objectos perdidos de grande valor.

Os principais monumentos que Lisboa mandou construir em memória do seu santo adoptivo são: a estátua e a igreja.

A estátua é uma das mais importantes da capital portuguesa. Foi edificada na rotunda da Avenida de Roma com a Avenida da Igreja, no bairro de Alvalade.

Quanto à igreja, é de origem tardo-barroca, construída no local (Largo de Santo António da Sé) onde, segundo a tradição, residiu Santo António.

Em 1431, existia no local um modesto culto a Santo António, tendo D. João II mandado edificar um novo e sumptuoso templo, que veio a ser destruído pelo terramoto de 1755.
A reconstrução inicia-se em Agosto de 1767, demolindo-se a capela-mor, que havia ficado de pé, e recuperando-se a cripta, onde se diz ter nascido o Santo. Esta obra pertenceu aos arquitectos Mateus Vicente e de Carvalho Negreiros.
A igreja é um templo de nave única e dois altares.

Na festa de Santo António, a gastronomia é tão importante como a religiosidade que lhes está associada.
As sardinhadas e o caldo verde são a ementa desta festividade.

Divirtam-se nesta festa tão tradicional – A Festa de Santo Antonio! Santo Antonio rogai por nós!

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