Escatologia – os estudos prosseguem

Boa noite caríssimos Teólogos.
Envio um convite para vocês se juntarem a nós nos estudos toda ultima quinta feira de cada mês estamos se reunindo nas casas nossas para continuarmos os estudos,que tal vocês virem estudar conosco, olha o que estudamos, após terminado o curso de Teologia Pastoral no Seminário Sagrado Coração de Jesus

Mitos – Teólogo rafael

Pentateuco – Teólogo Rafael

Liturgia Parte 1 . Pe. Paulo Ricardo

Liturgia parte 2-  Pe. Paulo Ricardo

Apocalipse – Pe. Bertolin

Encontro de testemunhos concreto de Comunhão entre missionários

Escatologia será em agosto dia 27 de agosto na casa da irmã Neli.

Até lá Teólogos
caras

Conclusão do Curso de Teologia Pastoral do Seminário Sagrado Coração de Jesus da Diocese de São José do Rio Preto

Nossos amados mestres! Nossa imensa gratidão por ter sido alunos do Curso de Teologia Pastoral do Seminário Sagrado Coração de Jesus, idealizado pelos Pe.s Leonel e Pe. Berti, tendo o Bispo da Diocese de São José do Rio Preto – Dom Tomé à frente do novo Curso de Teologia Pastoral, já para o ano de 2015, com mais matérias, os interessados(as) devem pedir para o Pároco da Paróquia a qual pertencem uma carta de admissão no Curso, digo a todos que queiram aprofundar-se no mistério de Deus, façam e não se arrependerão! Nossos Professores deste último ano, nossos agradecimentos pela fé infundida: Pe. Leonel (Paulo e as Cartas Paulinas), Pe. Hallison Parro(Teologia Pastoral) e Pe. Rafael Dalben (Liturgia).

Esta data será lembrada sempre: conclusão do Curso em 04/12/2014, nove teólogos formados para a missão: Edson, Elpidio Caetano, Elisete Correa da Rocha, Joao Francisco da Silva, Áurea, Neli, Luis, Claudinei Mori e Vera. Agradecemos por mais esta graça recebida e agora partiremos em missão para evangelizar outros irmãos e irmãs, todos (as) devem conhecer a palavra de Deus!

Aqui está o certificado de conclusão do Curso de Teologia Pastoral(04/12/2014), curso este dedicado aos estudos da fé, dos mistério que é Deus, das maravilhas da Igreja Católica, da Patrística, da Liturgia, desta grandiosidade que é a fé Católica Apostólica Romana! Agradeço a todos os Pe.s e Professores do Curso, a Editora Paulus pela lembrança a todos nós formandos e ao Pe. Hallison Parro Paraninfo da turma de Teologia Pastoral pelo livro Confissões de Santo Agostinho, e pelos dizeres: ” Uma Sã Teologia se faz com os joelhos no chão, na fidelidade a Cristo e à Igreja.”

Obrigado
Claudinei Mori, formando do Curso de Teologia Pastoral 2014.

teols

teols2

Começa hoje o último ano de Teologia Pastoral

curso-de-teologia-640Começa hoje o último ano de Teologia Pastoral, com os professores Pe. Leonel, Pe. Rafael e Diácono Hallison, Deus possa nos iluminar no decorrer deste ano de 2014 e possamos todos concluir com alegria e paz no coração este último ano de Teologia Pastoral, nossos agradecimentos a todos os familiares e amigos que nos apoiaram até onde chegamos, mas a caminhada só começa, vamos em frente com a confiança em Nosso Senhor!

Agradeço imensamente o apoio de todos e continuem acessando o Blog

Abraços e Paz amados(as)

Claudinei

Aluno do 3º Ano de Teologia Pastoral

Santo Tomás de Aquino – 28/01/2014

Sto TomasNeste dia 28/01/2014 lembramos uma das maiores figuras da teologia católica: Santo Tomás de Aquino. Conta-se que, quando criança, com cinco anos, Tomás, ao ouvir os monges cantando louvores a Deus, cheio de admiração perguntou: “Quem é Deus?”.

A vida de santidade de Santo Tomás foi caracterizada pelo esforço em responder, inspiradamente para si, para os gentios e a todos sobre os Mistérios de Deus. Nasceu em 1225 numa nobre família, a qual lhe proporcionou ótima formação, porém, visando a honra e a riqueza do inteligente jovem, e não a Ordem Dominicana, que pobre e mendicante atraia o coração de Aquino.

Diante da oposição familiar, principalmente da mãe condessa, Tomás chegou a viajar às escondidas para Roma com dezenove anos, para um mosteiro dominicano. No entanto, ao ser enviado a Paris, foi preso pelos irmãos servidores do Império. Levado ao lar paterno, ficou, ordenado pela mãe, um tempo detido. Tudo isto com a finalidade de fazê-lo desistir da vocação, mas nada adiantou.

Livre e obediente à voz do Senhor, prosseguiu nos estudos sendo discípulo do mestre Alberto Magno. A vida de Santo Tomás de Aquino foi tomada por uma forte espiritualidade eucarística, na arte de pesquisar, elaborar, aprender e ensinar pela Filosofia e Teologia os Mistérios do Amor de Deus.

Pregador oficial, professor e consultor da Ordem, Santo Tomás escreveu, dentre tantas obras, a Suma Teológica e a Suma contra os gentios. Chamado “Doutor Angélico”, Tomás faleceu em 1274, deixando para a Igreja o testemunho e, praticamente, a síntese do pensamento católico.

Santo Tomás de Aquino, rogai por nós!

Qual é a origem da palavra “papa”?

PapsQuando se visita as Catacumbas de São Calisto, o guia turístico informa que lá se encontra o primeiro testemunho arqueológico do uso da palavra “papa”, que seria o pintoresco acrônimo da frase “do apóstolo Pedro tomou o poder” (“Petri Apostoli Potestatem Accipiens”).

Certamente, esta interpretação está longe de ser correta, assim como a interpretação do jogo de palavras “Pater Patrum” (“padre dos padres”), que seria uma descrição e releitura posterior do ofício papal.

Do ponto de vista histórico-etimológico, o termo “papa”, no entanto, não é um acrônimo, mas uma palavra de origem grega, que significa “pai”, “papai”, em sentido familiar e carinhoso. É o termo usado nos primeiros séculos do cristianismo para dirigir-se ao clero, sobretudo aos bispos. Foi a partir dos século IX-X que se tornou exclusiva do Bispo de Roma: de “pai” em sentido específico a “pai” de Roma.

Nas Catacumbas de São Calisto está o testemunho mais antigo em Roma do uso da palavra “papa” referida ao Bispo de Roma. O diácono Severo declara haver recebido a ordem do bispo romano Marcelino (296-304) de construir um nicho sepulcral familiar dentro de tais catacumbas: “iussu pp. sui Marcellini diaconus iste Severus fecit…” (cfr. Testini, Archeologia cristiana, Bari 1980, p.384). Resumindo: é a história de um termo genérico que, com o passar do tempo, assume um significado cada vez mais específico, até tornar-se exclusivo.

O documento “Dictatus Papae”, nascido no ambiente gregoriano durante a luta das investiduras, os termos “sumo pontífice” e “papa” são usados como sinônimos. Desde cerca de dez séculos antes, a palavra “papa” indicava apenas o Bispo de Roma.

Apesar de existirem vários títulos do papa (Sumo Pontífice, Bispo de Roma, sucessor de Pedro, Patriarca do Ocidente (este último deixado de usar por Bento XVI), Primaz da Itália etc.), o teologicamente mais verdadeiro e do qual derivam todos os outros é “Bispo de Roma” e, portanto, herdeiro e sucessor de Pedro e cabeça do colégio apostólico.

Dois textos, um da antiguidade e outro dos nossos dias, falam da importância do título romano:

“Dado que seria demasiado longo enumerar as sucessões de todas as Igrejas, tomaremos a máxima igreja, muito antiga e conhecida de todos, fundada e construída em Roma pelos dois gloriosíssimos apóstolos Pedro e Paulo; mostraremos que a tradição que ela tem, dos mesmos, e a fé que anunciou aos homens, chegaram até nós por sucessões de bispos… Porque, é com esta Igreja (de Roma), em razão de sua mais poderosa autoridade de fundação, que deve necessariamente concordar toda a Igreja… na qual sempre se conservou a tradição que vem dos Apóstolos” (cf. S. Irineo, Contra as heresias).

“Na comunhão eclesial existem legitimamente igrejas particulares com tradições próprias, sem detrimento do primado da cátedra de Pedro, que preside à universal assembleia da caridade, protege as legítimas diversidades e vigia para que as particularidades ajudem a unidade e de forma alguma a prejudiquem” (Lumen Gentium, 13).

Escrito por Pe. Giovanni Roncari, professor de história da Igreja

Paz amados irmãos(ãs)

Claudinei

A 48ª edição do Dia Mundial das Comunicações Sociais será em 1º de Junho de 2014 e terá como tema “Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro

papa“Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro”: a íntegra da Mensagem do Papa

“Queridos irmãos e irmãs,

Hoje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologia…s de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas económicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.

Neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a ser mais unidos. Os muros que nos dividem só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros. Os mass-media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus.

No entanto, existem aspectos problemáticos: a velocidade da informação supera a nossa capacidade de reflexão e discernimento, e não permite uma expressão equilibrada e correcta de si mesmo. A variedade das opiniões expressas pode ser sentida como riqueza, mas é possível também fechar-se numa esfera de informações que correspondem apenas às nossas expectativas e às nossas ideias, ou mesmo a determinados interesses políticos e económicos. O ambiente de comunicação pode ajudar-nos a crescer ou, pelo contrário, desorientar-nos. O desejo de conexão digital pode acabar por nos isolar do nosso próximo, de quem está mais perto de nós. Sem esquecer que a pessoa que, pelas mais diversas razões, não tem acesso aos meios de comunicação social corre o risco de ser excluído.

Estes limites são reais, mas não justificam uma rejeição dos mass-media; antes, recordam-nos que, em última análise, a comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica. Portanto haverá alguma coisa, no ambiente digital, que nos ajuda a crescer em humanidade e na compreensão recíproca? Devemos, por exemplo, recuperar um certo sentido de pausa e calma. Isto requer tempo e capacidade de fazer silêncio para escutar. Temos necessidade também de ser pacientes, se quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós: uma pessoa expressa-se plenamente a si mesma, não quando é simplesmente tolerada, mas quando sabe que é verdadeiramente acolhida. Se estamos verdadeiramente desejosos de escutar os outros, então aprenderemos a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Entretanto saberemos apreciar melhor também os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa, o matrimónio e a família, a distinção entre esfera religiosa e esfera política, os princípios de solidariedade e subsidiariedade, entre outros.

Então, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro? E – para nós, discípulos do Senhor – que significa, segundo o Evangelho, encontrar uma pessoa? Como é possível, apesar de todas as nossas limitações e pecados, ser verdadeiramente próximo aos outros? Estas perguntas resumem-se naquela que, um dia, um escriba – isto é, um comunicador – pôs a Jesus: «E quem é o meu próximo?» (Lc 10, 29 ). Esta pergunta ajuda-nos a compreender a comunicação em termos de proximidade. Poderíamos traduzi-la assim: Como se manifesta a «proximidade» no uso dos meios de comunicação e no novo ambiente criado pelas tecnologias digitais? Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador. Na realidade, quem comunica faz-se próximo. E o bom samaritano não só se faz próximo, mas cuida do homem que encontra quase morto ao lado da estrada. Jesus inverte a perspectiva: não se trata de reconhecer o outro como um meu semelhante, mas da minha capacidade para me fazer semelhante ao outro. Por isso, comunicar significa tomar consciência de que somos humanos, filhos de Deus. Apraz-me definir este poder da comunicação como «proximidade».

Quando a comunicação tem como fim predominante induzir ao consumo ou à manipulação das pessoas, encontramo-nos perante uma agressão violenta como a que sofreu o homem espancado pelos assaltantes e abandonado na estrada, como lemos na parábola. Naquele homem, o levita e o sacerdote não vêem um seu próximo, mas um estranho de quem era melhor manter a distância. Naquele tempo, eram condicionados pelas regras da pureza ritual. Hoje, corremos o risco de que alguns mass-media nos condicionem até ao ponto de fazer-nos ignorar o nosso próximo real.

Não basta circular pelas «estradas» digitais, isto é, simplesmente estar conectados: é necessário que a conexão seja acompanhada pelo encontro verdadeiro. Não podemos viver sozinhos, fechados em nós mesmos. Precisamos de amar e ser amados. Precisamos de ternura. Não são as estratégias comunicativas que garantem a beleza, a bondade e a verdade da comunicação. O próprio mundo dos mass-media não pode alhear-se da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas. A neutralidade dos mass-media é só aparente: só pode constituir um ponto de referimento quem comunica colocando-se a si mesmo em jogo. O envolvimento pessoal é a própria raiz da fiabilidade dum comunicador. É por isso mesmo que o testemunho cristão pode, graças à rede, alcançar as periferias existenciais.

Tenho-o repetido já diversas vezes: entre uma Igreja acidentada que sai pela estrada e uma Igreja doente de auto-referencialidade, não hesito em preferir a primeira. E quando falo de estrada penso nas estradas do mundo onde as pessoas vivem: é lá que as podemos, efectiva e afectivamente, alcançar. Entre estas estradas estão também as digitais, congestionadas de humanidade, muitas vezes ferida: homens e mulheres que procuram uma salvação ou uma esperança. Também graças à rede, pode a mensagem cristã viajar «até aos confins do mundo» (Act 1, 8). Abrir as portas das igrejas significa também abri-las no ambiente digital, seja para que as pessoas entrem, independentemente da condição de vida em que se encontrem, seja para que o Evangelho possa cruzar o limiar do templo e sair ao encontro de todos. Somos chamados a testemunhar uma Igreja que seja casa de todos. Seremos nós capazes de comunicar o rosto duma Igreja assim? A comunicação concorre para dar forma à vocação missionária de toda a Igreja, e as redes sociais são, hoje, um dos lugares onde viver esta vocação de redescobrir a beleza da fé, a beleza do encontro com Cristo. Inclusive no contexto da comunicação, é precisa uma Igreja que consiga levar calor, inflamar o coração.

O testemunho cristão não se faz com o bombardeio de mensagens religiosas, mas com a vontade de se doar aos outros «através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana (BENTO XVI, Mensagem para o XLVII Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2013). Pensemos no episódio dos discípulos de Emaús. É preciso saber-se inserir no diálogo com os homens e mulheres de hoje, para compreender os seus anseios, dúvidas, esperanças, e oferecer-lhes o Evangelho, isto é, Jesus Cristo, Deus feito homem, que morreu e ressuscitou para nos libertar do pecado e da morte. O desafio requer profundidade, atenção à vida, sensibilidade espiritual. Dialogar significa estar convencido de que o outro tem algo de bom para dizer, dar espaço ao seu ponto de vista, às suas propostas. Dialogar não significa renunciar às próprias ideias e tradições, mas à pretensão de que sejam únicas e absolutas.

Possa servir-nos de guia o ícone do bom samaritano, que liga as feridas do homem espancado, deitando nelas azeite e vinho. A nossa comunicação seja azeite perfumado pela dor e vinho bom pela alegria. A nossa luminosidade não derive de truques ou efeitos especiais, mas de nos fazermos próximo, com amor, com ternura, de quem encontramos ferido pelo caminho. Não tenhais medo de vos fazerdes cidadãos do ambiente digital. É importante a atenção e a presença da Igreja no mundo da comunicação, para dialogar com o homem de hoje e levá-lo ao encontro com Cristo: uma Igreja companheira de estrada sabe pôr-se a caminho com todos. Neste contexto, a revolução nos meios de comunicação e de informação são um grande e apaixonante desafio que requer energias frescas e uma imaginação nova para transmitir aos outros a beleza de Deus”.

Vaticano, 24 de Janeiro – Memória de São Francisco de Sales – do ano 2014.

Fonte: Radio Vaticana

Um novo ano se inicia, 2014! Deus abençoe a todos os futuros Teólogos

s_joao_teologo9Bom dia amigos(as) futuros teólogos(as), que neste ano de 2014, tenhamos um ano de muitos estudos e aprofundamentos na fé cristã, na leitura e entendimento das Sagradas Escrituras, embebidos pelo Espírito Santo, possamos proclamar a boa nova que é Jesus Cristo em nossas paróquias, dioceses, façamos cumprir as palavras das sagradas escrituras “Ide e Evangelizai o Santo Evangelho!”

Abraços aos amigos que estarão junto nesta caminhada em 2014, nosso último ano do Curso de Teologia Pastoral no Seminário Sagrado Coração de Jesus!

Aos professores e mestres, Pe.s, Diáconos, Bispos os nossos agradecimentos

A Paz do Senhor Jesus Cristo estejam convosco!

Moderador do Blog

Claudinei – 3º Ano do Curso de Teologia Pastoral SJRP